Galinha voa, sim! Tive uma discussão enorme hoje com uma das minhas amigas e colegas do jornal onde trabalho ardorosamente como repórter. O debate começou do nada, como sempre tudo começa. Ela relatava que seu namorado costumava dizer que ela gesticulava demais, parecendo que iria voar a qualquer instante. Disse eu, então, que o namorado dela tinha a chamado de galinha, indiretamente. Foi aí que ela proferiu a frase: "mas galinha não voa". Bem, o conceito dela de voar é supérfulo. Voar, para ela, é como uma águia, que vai aos limites do céu em um simples bater de asas. Uma galinha, para minha amiga, não voa, pula. As galinhas tem o "defeito" de serem pesadas. Suas asas não comportam tamanha estrutura. Mesmo assim, elas conseguem voar. Pequenos rasantes, não é muito, mas é um vôo. O conceito de voar independe da distância percorrida e da altura alcançada. Comparadas a águias, as galinhas não são grandes voadoras, mas voam. Elas também pulam. E pular é diferente de voar. Voar do latim volare. Segundo o Aurélio, a palavra quer dizer "sustentar-se ou mover-se no ar por meio de asas ou de aeronaves". Também quer dizer "elevar-se em pensamento, ter concepções sublimes ou elevadas". Talvez neste último, minha amiga deve ter se inspirado. - Postado por: Ronan Dannenberg às 16h43 [ ] [ envie esta mensagem ] A nova jornada (por Carol Davi) Então resolveu sair do Jornal hein??!!! O stress é tão grande que você resolveu mandar tudo pra longe e fazer a mesma coisa ou seja, ir pra longe também? Ainda não sei de nada sobre a sua saída, mas como hoje estou muito inspirada formulei uma diversidade de hipóteses sobre a sua saida, como: - Você resolveu formar o MCGMH (Movimento Contra Gostos Musicais Horríveis) e sair pelo Brasil fechando casas noturnas que tocam axé, pagode, forró e funk; - Vai para o Tocantins formar uma nova Vendinha com jornal de qualidade; - Vai ser voluntário para novas experiências da NASA e quando voltar, lançará um livro reportagem e se consagrará pela experiência inédita; - Vai para Londres, formar uma banda de Metal Melódico e virar "celebridade". Depois de consagrado como roqueiro, voltará para o Brasil para ser VJ da MTV; - Se apaixonou por uma baiana pela internet e vai para Bahia atrás deste amor; - Vai para uma cidadezinha no interior da Eslováquia ensinar seus conhecimentos sobre o futebol varzeano brasileiro e enriquecer as custas dos gringos (hehehehe); - Resolveu ser pesquisador e passará os próximos seis meses pesquisando espécies raras de liquens na Antártida.
Muito bom, mas não será nada referente a isso minha nova empreitada. Ah, e por favor, quem sabe, favor não contar. Deixe que eu cuido disso. - Postado por: Ronan Dannenberg às 09h24 [ ] [ envie esta mensagem ] Inédito Fui uma vítima de um inédito e excelente convite na tarde de sábado. Meu pai me convidou para ir ao cinema. Que beleza! Aqueles tempos que lotávamos nosso fusquinha com toda a família para sair voltaram, pelo menos por um dia. Agora em um carro bem melhor, toda família "R" foi até o Cinemark, em Canoas. Recomendei que meu pai visse "Mar de Fogo", já que ele é adorador oficial de cavalos. Minha mãe o acompanhou enquanto eu e meu irmão, finalmente, olhamos "A Paixão de Cristo". Fiquei muito feliz, fazia tempo que essas coisas não aconteciam. Já coloquei pilha para o próximo fim de semana. - Postado por: Ronan Dannenberg às 09h44 [ ] [ envie esta mensagem ] É Ronan, porra! Por sorte e pela graça dos deuses que reservam seus enormes poderes em dar a pessoas de bem nomes decentes, eu me chamo Ronan. Eu era para ter vindo a este mundo no dia 25 de dezembro de 1982. Porém, graças ao Dr. Eliseu, nasci com atraso, a 1h15min do dia 26, e escapei de não levar comigo o peso de ser chamado de Natalício. Natalício Dannenberg, imaginem! Quando meus pais chegaram ao Hospital São José, em Taquari, não havia um médico sequer. Meu pai deixou minha mãe junto a uma simpática enfermeira e guiou seu Passat branco (não era um TS) até a residência de Eliseu. O doutor caiu no corredor umas três vezes antes de adentrar a sala onde eu estava prestes a nascer. Louvado seja! Ronan é um nome que meus pais retiraram dos créditos do Jornal Nacional, no dia seguinte ao meu nascimento. Adoro, idolatro meu nome! Porém, ele traz uma série de irritações, mesmo eu já estando acostumado com a maioria delas. Grafia: Não são poucas as correspondências que recebo e aparece Ronã, Ronam, etc. Pronúnicia: Lê-se Ronân, e não Rônan. Trocas: Esse é o pior problema. Já perdi a lista de nomes diferentes que me impuseram. Há os parecidos, como Renan, Ronaldo e Rolnei, Há os feios, mas comuns, como Rolando e Renê. Há incrédulos como Rovilson (acho que esse a Ju inventou), Rovan e Rolvei. Agora, eu dou um prêmio para as pessoas que conseguem me chamar de Arthur, Marcelo, Norberto, Fernando, Abraão, Alan e, o mais esquisito, Vanderlei. Poxa, Vanderlei não é mais difícil que Ronan??? Só que soa melhor, Ronan soa estranho. Não é raro eu ter que repetir meu nome ao telefone, por exemplo. - Oi, é o Ronan. - Como? - Ronan. - Renan? - Não, RONAN! Mas não culpo meus pais por colocarem este nome a mim. Muito pelo contrário. Somente critico a falta de raciocínio e os péssimos ouvidos que muitas pessoas tem. A sorte que ainda não entramos no mérito da questão de meu sobrenome. Ah, e é Ronan, porra... - Postado por: Ronan Dannenberg às 09h23 [ ] [ envie esta mensagem ]
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