Set list... sempre um problema Voltando ao normal... Já disse em diversas oportunidades (talvez não aqui) que estou ansioso para conferir o novo show do Angra. Tenho visitado fórum e lido resenhas da turnê do mais recente trabalho, Temple of Shadows. Porém, o que tenho visto tem me deixado um pouco preocupado. E o problema é, talvez, a mais desgastante relação entre fã e banda: o set list. Eis o que o Angra vem apresentando: 1. Intro: Deus Le Volt/ Gate XIII Oremos: quantos anos o Angra tem de estrada? Os caras ainda não aprenderam a fazer um set list decente? Sim, eles sabem. Quem foi no último show dos caras em Porto Alegre viu um bom repertório. Mas esse novo não está lá essas coisas. As três primeiras estão bem dentro do provável e do aceitável. O chavão intro/música rápida/música cadenciada. Só que, em seguida, entra outra faixa cadenciada: Acid Rain. E o que dizer do final? Três músicas à velocidade da luz. Será legal ver ao vivo Never Understand (por mais que, se é para tocar música bonitinha, eu prefiro Lisbon ou Reaching Horizons). A sacada de trocar Metal Icarus por Carolina IV foi boa. Mas esse miolo (de Carolina IV à Wishing Well) é estranho... Não é reclamar, é analisar. Se for esse set em Porto Alegre, estarei vibrando igual. Sou fã. E não posso analisar um evento que não fui. Mas que o set poderia ser melhor... - Postado por: Ronan Dannenberg às 16h17 [ ] [ envie esta mensagem ] Vou morrer e não terei visto tudo (parte I) Por mais antônimos que possam levar a crer que as próximas palavras constituem uma grande e ridícula falta do que fazer, confesso-lhes que isso é (e muito) verdadeiro. O dia 14 de outubro de 2004 ficará marcado. Tanto psicologicamente e fisicamente. Calma, seres maliciosos... A junção, ou melhor, unção de surreal, outra dimensão e loucura existe e é possível. Com R$ 60,00, qualquer pessoa poderia ter sentido o que o Village People tem de Rock ‘n’ Roll e o que ele traz de irritante, desafiador e diversão. Village People?!?!? Aham. Na noite do dia citado anteriormente eu e uma trupe de malucos fomos conferir os reis da Disco Music. Nem vou discutir a qualidade sonora emitida por aquele bando. Só me resumo a dizer que eles sabem o que fazem. E fazem bem. Ah, mas nunca está perfeito. Poderíamos não ter a abertura da Dublê. A banda ousou faltar com respeito perante aos mestres conseguindo a grande façanha de postarem-se no palco de um modo mais gay que a atração principal. Também poderíamos não ter os DJ’s tocando suas “tracks” com aqueles efeitos de animação gráfica ridículos nos telões. Além disso, poderíamos não ter a chamada do Clube da Árvore, um projeto da Souza Cruz. Chico Loco (um dos corajosos) esperava ver um pé de Marlboro, enquanto Lequinho se animava em ler os nomes dos frutos da natureza. Isso era o irritante. O desafiador resumia-se em dois fatores. Um era a imprensa. Tatata Pimentel até não levava perigo, mas a gorda do Patrola (sim, nós a odiamos!)... Ela estava acompanhada de um dançarino vestido de cowboy, cujo agarrava os mais distraídos e tão logo a câmera focava o rosto do elemento. Passamos ilesos (pelo menos, achamos que sim). O segundo fator era acharmos conhecidos que não sabiam que estávamos no show. Ainda mais em relação a este nobre cavalheiro. Ter sua imagem arranhada pelos reis da Disco seria um pontapé inicial para a ruína completa.
Contudo, toda essa massa de maldade que insistia em perturbar os seres de bem foi simplesmente esmagada quando os primeiros acordes... quer dizer, os primeiros tunti tuntis começaram a soar nos PA’s. Continua no post abaixo... - Postado por: Ronan Dannenberg às 21h11 [ ] [ envie esta mensagem ] Vou morrer e não terei visto tudo (parte II) E eis que entram o sexteto mais, ahn, digamos... gay do planeta. Da esquerda para a direita, quase sempre assim postados, Cowboy, Operário, Índio, Motoqueiro e Militar, com o Policial à frente. Não entram com um hit. Mas esmerilham em seguida com Macho Man. “Scream Macho Men! Scream Macho Ladies!!!”. É... tinha homem que gritava nos dois (né, Chico?). Eu não sabia se ria, se olhava para o público ou para os caras. Fiz tudo ao mesmo tempo. Iky, ao meu lado esquerdo, era só alegria. Pudera, o que aqueles seres faziam era de se pensar que tudo não se passava de uma ilusão. No mínimo. E isso era engraçado pacas. Ah, mas e as coreografias? Puxaram (só não sabemos de onde...) bandeirinhas do Brasil e dos Estados Unidos. Trouxeram um miniglobo (daqueles) para rodar sobre a cabeça do Índio. O pele vermelha ainda exibiu sua habilidade ao rodar com enormes panos coloridos em rosa e verde-limão. Ensinaram o público a fazer os gestuais de YMCA. Isso e muito mais... Não poderia ser diferente. O ápice do evento ficou mesclado em San Franscisco, YMCA e Go West. Teve bis. Teve vaia (sim, o público vaiou os roadies – será que dá para chamar assim? – que estava tirando os microfones e seus respectivos pedestais). Teve muita mulher. Teve pouco viado (pelo menos, aparente). Faltou nós irmos com camisetas com a inscrição “somos heteros”. Ok, ok. Rock ‘n’ Roll pelo seguinte: o Motoqueiro insistia em fazer chifrinho (sua semelhança com Rob Halford pode não ser mera coincidência) e Rock, no sentido real que a palavra foi imposta, os caras do Village People são mestres. O fim poderia ser melhor, se o filha da puta do flanelinha tivesse realmente cuidado do meu carro como prometeu. Resultado: arrombamento. Fomos para o McDonalds (o que já é uma tradição nos shows de Metal... ops, mas não era Metal) e depois cadum para suas respectivas casas. No entanto, acho que o pensamento era o mesmo: foi memorável.
P.S.: Eu não sou gay. - Postado por: Ronan Dannenberg às 21h08 [ ] [ envie esta mensagem ] Breve recesso Breve mesmo... não tô com ânimo para escrever... tão somente... - Postado por: Ronan Dannenberg às 01h13 [ ] [ envie esta mensagem ] A honra de trabalhar ao lado do mestre (Antes que eu me esqueça: feliz aniversário, Pai!) Depois de umas férias não tão boas e provocadas por um judeu/ateu que, no mínimo, merece a distinção de filha da puta (tem hífen?), finalmente este nobre cavalheiro esta de volta a ativa em uma área jornalística. O melhor de tudo que estarei ao lado de um dos mestres da comunicação montenegrina. O cara que consegue trazer todas suas matérias prontas, editadas, sem a necessidade de decupagens extras e demais frescurites. Capaz de executar os melhores zooms, as melhores frases, as melhores matérias. Ah, e diga-se: com uma voz grave de dar inveja a qualquer baixo por aí... Segunda eu inicio na TV Cultura de Montenegro. Ao lado do mestre Júlio Moraes. Aguardem... - Postado por: Ronan Dannenberg às 18h36 [ ] [ envie esta mensagem ] Superman Quem disse que ele era imortal? Fica a lembrança de Christopher Reeve, o verdadeiro Superman. O ator americano Christopher Reeve, que ficou famoso interpretando o herói das histórias em quadrinhos Super-Homem em quatro adaptações para o cinema, morreu neste domingo nos Estados Unidos devido a uma parada cardíaca aos 52 anos de idade, informou seu porta-voz Wesley Combs. - Postado por: Ronan Dannenberg às 03h38 [ ] [ envie esta mensagem ] Gabriel Moojen Quem exerce seus neurônios em prol da comunicação social sabe que há um pequeno recepiente contendo bons profissionais e um caldeirão de verdadeiros lixos atômicos que trazem a alegria do povo. Mas não de todos. No meio termo entre bom profissional e lixo atômico estão seres como Gabriel Moojen. O rapaz começou a despontar na horrenda TV Piratini (puta merda! Será que não existe gente melhor para colocar no Radar?), migrou para a poderosa RBS e agora desfruta de uma grande vida apresentando (e bem!) o Mochilão, na MTV. Odiado por muitos, Gabriel tem um dom que poucos possuem: conseguir o que quer. É inegável que o carinha conquistou seus objetivos. Bom ou mal profissional, ele está na MTV, ganhando uma puta grana em um servicinho que eu faria, talvez, de graça! O real disso tudo é que o gaúcho parece ter finalmente encontrado o que gosta de fazer. De mochila nas costas, estilo aventureiro, e soltando um palavriar mais ao seu tipinho, Gabriel apresenta o Mochilão com uma naturalidade ímpar. Eu já assisto esse programa desde suas épocas remotas e nunca passou por lá um apresentador tão bom quanto nosso criticado amigo (se bem que a Fernanda Lima em praias... pena que para falar...). Não que não haveria um melhor, mas, até o presente momento, ele é o cara. Pois bem. A mim, só resta saber o que acontecerá com ele em um futuro próximo. Ele não tem cara que vao acabar assim, mas temos exemplos de pessoas de mesmo nível profissional que acabaram fazendo um fiasco. Quem? Marcos Mion... - Postado por: Ronan Dannenberg às 00h17 [ ] [ envie esta mensagem ]
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